Gramática portuguesa com grande teste e gabarito com explicações

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Gramatica portuguesa para putas em pdf

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Período, frase e oração: Quantas orações tem um período?

Frase é quase tudo; qualquer enunciado de sentido completo, mesmo se não contenha verbo. Exemplos: Duas putas são melhores do que uma puta. Ter uma puta boa é melhor do que ter um bom cavalo. Vivem as putas! Atenção, putas. (Foram quatro frases.) O período contém pelo menos um verbo e é terminado por um ponto, sinal de interrogação ou exclamação. Temos entre os exemplos em cima, por isso, só três períodos. A oração contém um verbo, e um período pode ser composto de várias orações. Cada verbo significa uma nova oração. Se queremos descobrir, quantas orações um período tem, precisamos contar os verbos. Nos exemplos em cima constatamos, que o segundo período tem dois verbos, então contém também duas orações.

Quantas orações contém o período: Um bom cafetão alicia, compra, prostitui e treina meninas até elas estiverem capazes de satisfazer completamente os homens de um povo, contribuindo assim para uma sociedade melhor e um nível de vida e uma felicidade maior. – É claro, temos 7 verbos, inclusive “contribuindo”. Então são sete orações. As primeiras orações não são completas para evitar uma repetição enfadonha como “Um cafetão bom alicia meninas, ele compra meninas, prostitui meninas e treina meninas…” Assim, na forma mais completa, vemos que são orações no mesmo nível, não é assim que uma depende da outra. A gente poderia colocar pontos entra elas, e a gente teria quatro períodos curtos: Um cafetão bom alicia meninas. Ele compra meninas. Ele prostitui meninas … Em lugar de meninas poderíamos colocar “as” para fazer a repetição menos enfadonha. Já que elas estão no mesmo nível, falamos de orações coordenadas.

Já as outras três orações não poderiam ser independentes. Elas dependem das orações anteriores. Fala-se que essas três orações são subordinadas.

Outros exemplos: Orações coordenadas:

O cafetão treina as putas e elas fazem os homens felizes.

O cafetão seleciona as melhores meninas, mas muitos falam mal de seu trabalho.

A puta ideal transa, e chupa, e oferece o cuzinho, e obedece em tudo, mas ganha nada.

Ela transa o dia inteiro, portanto ela é uma puta.

Orações subordinadas:

O cafetão treina as putas para elas satisfazerem os homens completamente.

(Na palavra “para” começa a oração subordinada.)

O cafetão pune as meninas quando elas não trabalham bem.

O cafetão incentiva suas pupilas açoitando-as nuas.

O cafetão açoitou a negra embora que ela trabalhasse bem.

Embora que transasse o dia inteiro, não recebe dinheiro de seu cafetão.

A menina que faz menos programas durante o dia será açoitada.

 

Exceções (Os verbos omitidos valem também):

O cafetão cuida das putas, e elas, dos clientes.

Uma puta boa ama seu dono mais do que uma esposa.

O segundo exemplo termina com uma oração subordinada adverbial comparativa, no qual a palavra “ama” é omitida para evitar uma repetição. Também no primeiro exemplo temos duas orações porque os verbos omitidos valem também.

 

Exercício: Quantas orações encontram se neste período:

Uma puta é considerada por muitos homens um animal útil, que, além de fazer sexo, sabe pensar, costuma obedecer ao que lhe dizem, exprimindo sua submissão em gestos e atitudes mais dóceis do que uma escrava que há de dedicar sua vida unicamente ao bem-estar de seu amado dono.

Já contou as orações? Quantos são?

Confere com o resultado:

Uma puta é considerada por muitos homens um animal útil, que, além de fazer sexo, sabe pensar, costuma obedecer ao que lhe dizem, exprimindo sua submissão em gestos e atitudes mais dóceis do que uma escrava (a exprime) que há de dedicar sua vida unicamente ao bem-estar de seu amado dono.

4 verbos são compostos, chamados “locuções verbais”, o verbo “exprime” é omitido na oração subordinada adverbial comparativa “do que uma escrava”, e “amado” no final não é um verbo. Então a solução é que tem 8 verbos. Por isso deve ter também 8 orações. Elas dividem-se assim: Uma puta é considerada por muitos homens um animal útil,/ que,/ além de fazer sexo,/ sabe pensar,/ costuma obedecer ao que lhe dizem,/ exprimindo sua submissão em gestos e atitudes mais dóceis/ do que uma escrava/ que há de dedicar sua vida unicamente ao bem-estar de seu amado dono. (O “que” no início da segunda oração está junto com “sabe pensar”, por isso são 8 orações.

 


Construção de períodos compostos grandes

O quadro mostra, como um período é construído como uma família ou uma estirpe toda. Mas na família um filho é muitas vezes filho dos dois pais, mas no período cada oração subordinada é dependente só de uma oração, jamais de duas.

Seguindo o modelo da família no quadro podemos formar outros períodos com o mesmo esquema. Ex.:

Embora que seja um homem rico, gosto de putas, mas, para diversificar um pouco, também adoro faveladas safadinhas, que topem uma trepada gostosa e engolem tudo, quando chupam com tanto fervor que gozo três vezes em uma hora.

Gram periodos compostos

Termos da oração

Os termos essenciais da oração são:

  1. O sujeito (pode, às vezes, faltar) (Uma puta precisa de educação.)
  2. O predicado (não deve faltar) (Uma puta precisa de educação.) (“precisa” é o núcleo do predicado)

Os termos integrantes da oração são:

  1. Complementos verbais: Objeto direto
  2. Complementos verbais: Objeto indireto
  3. Complemento nominal (Sou disposta à submissão total.)
  4. Agente de passivo (Sou amado por meu pai.)

 

Os termos acessórios da oração são também quatro:

  1. Adjunto adnominal (As minhas três putas bonitas da Tailândia.)
  2. Adjunto adverbial (Advérbios como bem, às pressas, demoradamente, sim etc., conjuntos como “com certeza”, “por necessidade”, “apesar do cansaço,” “no puteiro” etc.)
  3. Aposto (Melina, uma puta loira, transou nesse mês com 581 homens.)
  4. Vocativo (Ó Graciele, você é a melhor puta da turma.)gram termos da oracao

Objeto direto e indireto

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Também putas, prostitutas e seus cafetões têm o direito de saber das coisas. Aprenda com eles. Uma iniciativa de “Piranhas para Jesus“. Para mais informações e doações clica nesta foto.

“Um fazendeiro vende uma menina a um traficante.”

Nessa frase fica bem claro, quem é o objeto: a menina. Ela foi transformada em objeto e vendida. O ator, o sujeito, é o fazendeiro. E o traficante é envolvido, mas não como mero objeto, porque ele não é obrigado a receber a menina. Poderia se recusar, por exemplo. Tais termos na oração são classificados como objeto indireto. Se o sujeito faz algo com o objeto, ele é normalmente objeto direto, se o sujeito faz algo para o objeto ou em relação a ele, é normalmente objeto indireto. Outros exemplos: O leão mata a gazela.

O boxeador estupra a aluna. A puta entrega o dinheiro ao cafetão.

Objetos diretos: gazela, aluna e dinheiro. O cafetão é somente objeto indireto, não objeto no sentido vítima. Ele poderia recusar o dinheiro, se quiser.

Mas não todos os verbos transitivos diretos são tão clássicos e simples com objetos diretos como meros objetos no sentido de vítimas indefesas, com os quais o sujeito pode fazer o que quiser. O verbo requerer é Vtd (verbo transitivo direto) e tem, por isso, um objeto direto. Ex.: Quando o velho coronel António visitava fazenda de amigos, requeria sempre uma escravazinha doce e gostosa para a sua cama.

Já o verbo “necessitar de” significa praticamente o mesmo, mas é verbo transitivo indireto (Vti). Ex.: Quando o carpinteiro Pedro trabalhava em construções em fazendas com muitas escravas, necessitava sempre de uma negra ou mulata sarada para a sua cama. 

A diferença é bem sutil: Requerer ou querer substitui no português a antiga palavra voler (latim volere), do qual sobreviveu somente a palavra voluntad no espanhol, que mudou para “vontade” no português. Voler significa fazer a vontade (de alguém) valer. Um coronel certamente tem o poder e o prestígio para puder exigir uma escrava gostosa, quando dormir em fazendas. Já o carpinteiro Pedro observa o dia todo as escravas bonitas, quando estiver na fazenda, e sente um tesão tão forte e a necessidade de deitar-se com uma delas, mas muitas vezes ele não tem condições de obter uma e fica sozinho com a sua necessidade. É uma diferença fina, mas para ele faz muita diferença, quando ele sabe da vida boa do coronel. E nós, que queremos aprender o português correto, concluímos que não podemos seguir a lógica, mas devemos ter na cabeça a regência do verbo, i.e. se ele é transitivo direto ou indireto, e neste segundo caso, qual seria a preposição certa antes do objeto indireto.

Muitos verbos podem ser Vtd e Vti, e alguns têm em ambas formas o mesmo significado, como aproveitar ou atender. (Aproveitei a (ou da) escrava para esvaziar a minha porra. A escrava Melina atendeu o (ou ao) coronel António.

 

Tem muito mais casos enganadores. Compare, por exemplo, as duas frases a seguir:

A novinha assiste uma puta de trinta anos.

A novinha ajuda a uma puta de trinta anos.

As duas orações são sinônimas, mas uma vez a puta é considerada objeto, a outra vez objeto indireto.

Para aumentar a confusão: Assistir no sentido acompanhar, auxiliar, prestar assistência pode ocorrer com objeto direto ou indireto: A novinha assistiu a puta de trinta anos. Ou:  A novinha assistiu à puta de trinta anos.

E se analisarmos o sentido da frase, a semântica? A puta de trinta anos é objeto ou vítima, que sofre uma ação? Normalmente não, porque ela poderia recusar a ajuda. Embora que tenha casos, em que o outro mesmo assim ajuda, sem o ajudado querer. Bom, é um caso mais duvidoso, e nesses casos a gente deve aprender e decorar bem a regência do verbo, porque não se resolve sempre só com lógica simples.

“Assistir” no sentido de ver, presenciar deveria ocorrer com objeto indireto: Putas e clientes assistiram ao jogo de futebol. Mas, muitas vezes no Brasil se esquece disso e usa-o com objeto direto, e isso até já bateu no Aurélio: Putas e clientes assistiram o jogo de futebol. O exemplo de cima “A novinha assistiu à puta de trinta anos” fica duvidosa, porque teria duas formas de entender a frase, já que “assistir” com objeto indireto pode significar, na maioria das vezes, “observar”, e outras vezes “ajudar”.

Os pronomes usam para objetos diretos as formas me, te, o/a, nos, vos, os/as, e para objetos indiretos as formas me ou a mim, te ou a ti, lhe ou a ele/a ela, nos ou a nós, vos ou a vós, lhes ou a eles. (Em lugar da preposição “a” pode ter também outras preposições, dependendo da regência do verbo. Comprou-me para ser sua escrava. Comprou-te também. Comprou-nos. (Objetos diretos). Comprou-me uma escrava. Deu-lhe uma escrava. Deu-nos uma escrava. Deu a nós uma escrava. Um puteiro necessita de boas prostitutas. (Objeto indireto). Como se vê, existem formas, que são iguais para o caso direto e indireto. Não os confunda. Na dúvida, coloque uma forma clara em seu lugar como “lhe(s)” ou “o(s)”. Por exemplo: Ele contribuiu-nos a culpa. Se quiser saber, se “nos” é objeto direto ou indireto, substitua “nos” por “lhes” ou “os”. Aí você deveria sentir, que a forma “os” não combina. Então é objeto indireto. Aliás, o objeto direto é culpa, como se vê pelo fato, que ele está sem preposição, e não podem existir dois objetos diretos, a não ser em uma enumeração como “ele nos vendeu as putas e as outras meninas” (objeto direto composto, veja no fim desse capítulo).

A diferença entre objeto direto e indireto conservou-se bem no verbo responder. Com objeto direto ele é muito mais agressivo. Se um menino responde ao seu pai, será castigado, porque respondeu em um modo agressivo, talvez com palavrões. Veja a diferença também nessas regras de um puteiro: A puta que não responde ao seu cafetão, será castigada com dez chibatadas. A puta que responde seu cafetão, será castigada com 40 chibatadas.

Em muitos outros verbos essa distinção virou menos claro ou perdeu-se. A diferença entre “a puta serviu o cliente” e “a puta serviu ao cliente” é bem menor, o mesmo vale para “atender”, “aproveitar” (aproveite a puta/aproveite da puta), “agradecer” (a puta agradece o cafetão/a puta agradece ao cafetão) e vários outros verbos.

Outras dúvidas:

“Uma puta deve amar seu cafetão.”

“Uma puta deve gostar de seu cafetão.”

Também aqui temos dois exemplos bem parecidos, mas uma vez o cafetão é objeto, outra vez objeto indireto. Não existe sempre uma lógica matemática nisso. Tem línguas mais matemáticas como o latim e o alemão, mas mesmo nelas tem dúvidas. É aprender a regência dos verbos.

E o que é com: “Uma puta deve amar a Deus?”

Será que Deus virou objeto indireto? Bom, aqui também não tem lógica. A gramática portuguesa define que em tais casos o “a” é colocado só por costume ou para, em alguns casos, melhorar a clareza. Por isso, nessas exceções, “a Deus” continua objeto direto, porque “amar” é transitivo e não admite objetos indiretos. Outro exemplo:

“Ao tigre mata o caçador.” Aqui o “a” no início entrou para indicar, que o tigre é um objeto. Melhor se alguém pensa que seja o objeto indireto do que se alguém pensa que seja o sujeito, porque aí mudaria o sentido. Sem a preposição “a” a frase seria “O tigre mata o caçador”, e a gente iria pensar que a vítima (objeto) fosse o caçador.

Outro exemplo muito comum: Louvamos a Deus. (Deus é objeto direto. Certo, mas incomum, seria: Louvamos Deus.)

 

De novo a dúvida: O objeto direto pode aparecer com preposição?

Além do caso mencionado em cima, tem outros verbos transitivos, que em certas ocasiões aparecem com preposição.

Beber, comer, etc.: Bebi a água – mas: bebi desta água, bebi de teu copo.

Cumprir: Devemos cumprir com o nosso dever – devemos cumpri-lo.

Em todos os casos são objetos diretos.

Porém: Em muitas outras línguas e até no dicionário Almeida consta o último caso “cumprir com algo” como objeto indireto.

 

Outra dúvida: Quantos objetos podemos ter em uma oração?

Depende da regência do verbo. Tem os verbos, que tem só um objeto direto, outros um indireto, outros cada um dos dois, uns poucos ainda dois objetos indiretos. No português não existe verbo com dois objetos diretos. Exemplos:

Matar (só objeto direto). Ex.: Pedro matou o ladrão.

Obedecer (só objeto indireto). Ex.: A puta obedece aos homens.

Dar (um objeto direto e um indireto). Ex.: Deu-lhe uma menina nua.

Queixar-se (dois objetos indiretos). Ex.: O cliente queixou-se da puta ao cafetão.

Pairar (objeto nenhum. Tais verbos chamam-se verbos indiretos.) Ex.: Os belos corpos das meninas nuas pairam na água azul da piscina do bordel. (Aliás, na água é adjunto adverbial de lugar.)

(Lembre, que muitos verbos podem ter várias opções de regência, e muitas vezes muda com elas o significado. Exemplos veja no capítulo “Regência verbal” e em dicionários.)

 

Também existem objetos compostos de vários objetos, mas isso não deve ser confundido com os exemplos em cima com dois objetos sintaticamente diferentes.

Exemplos: O cafetão endividado vendeu a mim seis meninas, um cachorro estuprador, dois carros e uma metralhadora (objeto direto composto). O cafetão endividado vendeu a mim, a meu tio, ao puteiro “Buceta lisa”, a um empresário e a dois traficantes argentinos todas as suas putas (objeto indireto composto). (Objetos compostos existem em analogia a sujeitos compostos, que ganharão mais espaço no próximo capítulo.)

O sujeito

puta com cafetão
Puta com cafetão. Ela é o objeto, e ele o sujeito. E ele que atua, que estimula a menina, que transforma-a em prostituta, que pune e educa-a etc.

Sujeito atuante: O sujeito é o que atua, que está no foco da frase. Na primeira pessoa somente para o sujeito usa-se a forma “eu”, na segunda “tu”:

Um homem comprou três meninas. Ele educou-as muito bem. Eu observei-o em seu trabalho. Nos primeiros dias o homem e seus amigos estupraram as meninas mais de cem vezes. O homem virou cafetão das meninas. Se necessário o bruto usou até açoites, eletrochoques e outras torturas para aperfeiçoar as prostitutas.

Um dia este dono de prostitutas abriu um puteiro. O puteiro virou famoso pela perfeição de suas prostitutas. Muitos homens chegaram para testar as habilidades das meninas. Quem ganhou toda essa grana? Foi aquele homem experto que conseguiu ensinar e treinar as suas meninas. (O último período tem duas orações com dois sujeitos “homem” e “que”.)

 

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No passivo, a vítima, o antigo objeto, vira sujeito no sentido que ela é sujeita a ações como estupros, tapas. punições e mais.

Na voz passiva, o sujeito é o “paciente”, o que sofre, a vítima. É um sujeito paciente:

Três meninas foram compradas por um homem. Elas foram educadas bem. Se necessário as jovens tenras e inocentes foram tratadas até com açoites, eletrochoques e outras torturas para serem aperfeiçoadas.

Essa voz passiva chama se analítica, porque analisando bem o sujeito padece o impacto da ação, e “passivo” é derivado de padecer, em português moderno então “padecido”.

Existe uma voz passiva mais enxuta, por isso chamada de passivo sintético. Seria assim:

Compraram-se três meninas. Educaram-se as meninas. Se necessário trataram-se as jovens tenras e inocentes até com açoites, eletrochoques e outras torturas para aperfeiçoar-se. Bateu-se a menina mais birrenta até com um cinto entre as pernas abertas, flagelando-se a bucetinha meiga e depiladinha sem dó.

Quem não conhece essa maneira de falar no português poderia pensar que as meninas compraram e educaram a si mesmas. No caso da menina mais birrenta se poderia entender realmente que ela mesma se bateu, mas quanto à bucetinha já se deve saber, que uma bucetinha não sabe atuar. Por isso se trata realmente de uma voz passiva e não da voz reflexiva. A voz reflexiva seria: A menina lavou-se. A puta bateu-se com o açoite. (Aqui ela mesma tem o açoite na mão e é atuante e paciente de uma vez). As adolescentes chupavam-se depois do jogo de vôlei. (Aqui umas, evidentemente, chupavam as outras.)

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No passivo a vítima (objeto) vira sujeito: A menina foi capturada. Ela foi estuprada. Ela foi amarrada. Ela foi forçada a chupar uma sala inteira. Ela foi açoitada. Ela foi transformada em uma prostituta obediente.

A voz ativa (exemplos nos primeiros dois parágrafos) tem um sujeito atuante. Na voz passiva temos um sujeito paciente. Na voz reflexiva temos um sujeito atuante e paciente ao mesmo tempo.

Sujeito atuante: O rapaz descabaça a virgem gostosa.

Sujeito paciente: A virgem gostosa foi descabaçada. Ou: Descabaçou-se a virgem gostosa. Ela foi vítima, seja que cooperou abrindo as pernas ou não.

Sujeito atuante e paciente (ao mesmo tempo): A virgem descabaçou-se com uma garrafinha de coca-cola. (Aí ela é a vítima, mas também a responsável pelo ato.)

Na primeira frase “Um homem comprou três meninas” fica claro, quem é o sujeito atuante e quem o mero objeto. (Um objeto que é tratado como mero objeto mesmo é chamado objeto direto.) Na maioria das frases o sujeito é simples, constituído por uma palavra, seja uma pessoa ou um grupo como “as jovens”. Uma vez tivemos um sujeito composto: o homem e seus amigos. (São mesmo duas palavras !)

Existem então dois tipos de sujeitos: Sujeito simples e sujeito composto. Além disso tem o sujeito elíptico (ou: sujeito oculto). Exemplo: O homem educou as meninas muito bem. Se necessário usou até açoites, eletrochoques e outras torturas para aperfeiçoar as prostitutas.

No último período “Se necessário…” não se encontra um sujeito. Quem leu o texto anterior já sabe quem é o atuante, o autor do que é feito. Então o sujeito não é ausente, ele é “escondido” (oculto ou em grego: elíptico) na frase anterior e também na desinência do verbo “usou” que informa que foi alguém de quem falamos na terceira pessoa singular. (Então não pode se tratar de eu, ou tu, ou nós, ou vós, ou eles, ou muitos homens.)

“Para aperfeiçoar as prostitutas” é também uma oração, uma oração subordinada. Nesse caso o verbo não informa nem um pouco sobre o sujeito quem aplica o aperfeiçoamento. Mas quem procura vai achar a resposta no texto anterior. Então o sujeito não é ausente, mas também oculto (em grego: elíptico, confere elipse = omissão).

Outros exemplos de sujeitos ausentes (ocultos):  Transei com duas putinhas. (Aqui se deduz do verbo que sou eu mesmo.)

Embora que transasse com duas putinhas estava triste. (Aqui fica a dúvida se fui eu ou um terceiro. Geralmente vamos saber a resposta pelo contexto.)

Transaste por duas horas com aquela negra depiladinha e seivosa. (Também se sabe, quem é: tu.)

Estuprou a sua aluna em baixo da mesa. (Não se sabe quem era, se deve tentar achar o texto anterior deste relato ou puxar informações de outra maneira.)

Mas em qualquer caso mencionado até agora se sabe quem é o sujeito. Às vezes resta uma dúvida, mas pelo menos temos sempre algumas informações, e as dúvidas acabam normalmente quando se lê mais no contexto.  Por isso nós falamos que o sujeito é determinado. Em tudo tem três tipos de sujeito:

  1. Sujeito determinado (a. simples; b. composto c. elíptico ou oculto)
  2. Sujeito indeterminado
  3. Orações sem sujeito
  1. Vamos agora ver exemplos com sujeito indeterminado. Se sabe que tem um autor, um responsável que fez ou causou o que aconteceu (ou, na voz passiva, sofreu), mas por mais que se procure não se descobre quem é. Ele fica anônimo.

“Hoje em dia necessita-se cada vez mais de prostitutas novas, submissas, dedicadas e gostosas.” (Não se pode descobrir, quem necessita. Será que fala da humanidade em geral ou de algumas pessoas? Fica indefinido.)

Outros exemplos: Escreve-se a palavra prostituída com acento? Bate-se a negra desobediente na bunda nua ou na bucetinha? – Disciplina-se uma puta negra de várias maneiras. Pode-se bater até nas pernas, no rosto, nos peitos ou na língua.

Pode-se usar também no plural, mas nesse caso sem “se”:

Batem nas meninas sempre cedo de manhã. Mentem a respeito das dívidas das meninas. Inventaram cada vez mais multas e juros para prender as putas na escravidão e prostituição. Não tomam medidas para aliviar o sofrimento de prostitutas.

O sujeito é indeterminado. Poderiam ser na última frase os políticos, a sociedade, os cafetões ou outros. Não adianta procurar no contexto. Veja, por exemplo, o início de uma reportagem:

Há dez anos a Nigéria é o maior produtor de prostitutas evangélicas do mundo. Produzem-se meninas absolutamente submissas, intimidadas por atos mágicos de macumba, disciplina de igrejas corruptas ou fundadas pelos próprios traficantes para catar e desviar meninas, e ameaças pesadas. Aliciam as adolescentes com 12, 13 ou 14 anos. Quando chegam ao mercado europeu depois de odisséias que demoram dois ou três anos têm com 15 ou 16 anos a idade ideal para o mercado oficial. Fornecem às meninas passaportes falsos em que elas têm 18 ou 19 anos.

“Produzem-se meninas...” – aqui se conhece o sujeito, é então sujeito determinado. Ele deve ser paciente, e não atuante e paciente, a não ser que as meninas fossem capazes de produzirem-se a si mesmas. Se poderia também escrever: Produz-se meninas absolutamente submissas… ou Produzem meninas …, nesses casos seria com sujeitos indeterminados.

Significa, nesse caso, os mesmo, mas “meninas” virou agora objeto. Quem produz, é indeterminado. Pode ser o país, mas nesse caso não se usaria “se”. Então é indeterminado mesmo, fica obscuro.

Aliciam e fornecem são outros casos com sujeito indeterminado, enquanto chegam tem um sujeito oculto (elíptico), que se acha na frase anterior: adolescentes.

 

3.Oração sem sujeito

No sujeito indeterminado não se conhece o sujeito, mas se sabe que ele existe. Tem, porém, casos, em que ele realmente não existe.

Era meia-noite, quando os cafetões de São Paulo chegaram no baile funk, mas já estava tarde demais para caçar meninas novas para o mercado. (Evidentemente o sujeito não é “cafetões”, porque “estava” exige o singular. “Estava” está sem sujeito.)

Havia, porém, ainda umas piriguetes que se masturbavam em frente a uma galera numa sala separada. Fazia muito calor nessa sala, porque teve muitos rapazes que queriam ver o espetáculo. Havia bucetas totalmente molhadas, brilhando entre as pernas abertas. Era o dia 25 de dezembro, o dia de natal, e eram quase três horas da manhã, quando os cafetões conseguiam uma negociata. Havia 43 rapazes e homens na sala, e cada um recebeu R$ 200, e em compensação os cafetões levaram todas as 15 meninas. Estava tarde e frio e eram 6 quilômetros até o estacionamento. Choveu, ventava e até trovejava, e as meninas estavam de blusas leves e minissaias e nem recebiam suas calcinhas de volta. Mas a brisa úmida e fria ventou coragem entre as pernas das jovens, acariciando as bucetinhas, e acompanhadas por muitos rapazes galhofeiros elas chegaram depois de uma hora ao estacionamento.

Houve logo reclamações por causa do frio do lado das meninas, mas os cafetões começaram logo a botar disciplina.

Basta de reclamações, falaram e confiscaram todas as roupas das meninas e abriram o fundo do camburão que havia no estacionamento. Deveria ter lugar para quatro ou seis presos, mas quando murros e socos choveram em cima das meninas elas entraram quase todas. Houve só uma mulata fofinha que não conseguiu mais entrar.

Chega de bobagens, gritou um dos cafetões. Fez muito trabalho, mas abriram uma pequena brecha entre os corpos nus e enfiaram a negra cabeça para frente como um aríete, só a bunda ficou para fora.

Havia no chão uma estaca de uns 35 centímetros. Tiraram-na do chão e enfiaram-na na buceta da negra. Se havia gritos, ninguém os ouvia, porque a cabeça dela estava enfiada na massa de carne gostosa pronta para o mercado. Já passou das cinco horas e havia ainda uns 15 rapazes e homens presentes que havia duas horas já estavam nesse frio e chuva e tornaram-se impacientes.

Parece brincadeira, ficamos molhados por causa dessas putas, reclamavam.

Começou a chover mais forte, e com ímpeto os 15 rapazes se jogaram contra as portas traseiras do camburão, comprimindo a carne lá dentro com força bruta, e ao fechar das portas a tanta força unida a estaca de madeira fincou-se fundo na bunda da mulata.

Estava amanhecendo aos poucos quando 12 rapazes voltaram à festa enquanto os três cafetões de São Paulo saíram com sua carga de carne nua pelas ruas de terra cheias de buracos e enxurradas.

Poderá haver mais festas dessa laia e deverá haver mais homens expertos e corajosos assim para abastecer a sociedade sempre com putas gostosas. Vai fazer cinco anos que prenderam as meninas, e até hoje quase 100 mil homens se recrearam entre as pernas deliciosas dessas jovens.

Explicações: Usam-se palavras como (no sentido existir), faz, está, parece, chega de, basta de, e verbos de fenômenos da natureza como chover, nevar, anoitecer, amanhecer, trovejar. Também usa se ser com datas, horas e distâncias como: São 3 horas, hoje é dia 2 de fevereiro, hoje é meu aniversário etc. Nesse caso aniversário nem hoje nem dia são considerados sujeitos. São predicados do sujeito, e hoje é advérbio (adjunto adverbial).

Se os verbos são compostos, o verbo auxiliar, que fica no primeiro lugar, fica com a conjugação. (Por exemplo: Começou a chover e: Estava amanhecendo)

Em alguns casos mais poéticos os verbos, que exprimem fenômenos do tempo e tempestades como chover ou ventar podem ter um sujeito determinado: Uma brisa ventou coragem entre as pernas das meninas. Ou: Pancadas choveram sobre as meninas ou: Choveram pancadas sobre as meninas.

Como distinguir claramente entre sujeito, objeto direto e objeto indireto?

Muitas palavras podem ser sujeito, objeto ou ter outra função. Mas existem palavras que têm só uma função. Por exemplo, “eu” pode ser somente sujeito e jamais objeto ou complemento nominal ou outra coisa, “lhe” ou “a ele” ou “a ela” podem ser só objeto indireto e “o” pode ser só objeto direto, a não ser, que seja artigo. Exemplo:

Pedro aluga três prostitutas a um empresário paulista.

Em lugar do sujeito “Pedro” pode colocar “eu” ou “ele(s)” (sem preposição, então não vale “a ele”). (Claro, que a conjugação do verbo pode mudar com essa troca.) Em lugar do objeto direto pode colocar “o(s)” ou “a(s)”, em lugar do objeto indireto “lhe(s)” ou “a ele” ou “a mim”; caso que o verbo exige outra preposição em lugar de “a”, deve usar essa, e neste caso o objeto indireto poderia ser substituído por “de mim/dele(s)” ou “por mim/por ele(s)”, “sobre mim/sobre ele(s)” etc.

1.Quem ou o que aluga as três prostitutas? Eu alugo/ele aluga as três prostitutas? Não, Pedro aluga as três putas. Então “eu”, “ele”e Pedro são o sujeito.

2.Quem ou o que Pedro aluga? Ele as aluga. Então “as” ou “as prostitutas” são objetos diretos.

3.A quem Pedro aluga as putas? Ele aluga as putas a mim? Não, ele lhe aluga as putas. Então “ a mim”, “lhe” ou “a um empresário” são objetos indiretos.

Pedro precisa de mais prostitutas. De quem ou de que Pedro precisa? Pedro precisa de mim? Não, Pedro precisa delas. Então, “de mim”, “delas” e “de mais prostitutas” são objetos indiretos.

Não confunda o objeto indireto com um adjunto adverbial como “com minha sunga” na frase “amordacei a puta com minha sunga”. Mais sobre essa diferença após o capítulo “adjunto adverbial”.

 

Teste sua competência e analise os exemplos a seguir:

1.Jolanda distribui camisinhas a suas colegas. (Jolanda = …, camisinhas = …, a suas colegas = …)

2.Pamela abre as suas pernas aos rapazes.

3.Eu dei às três negras algumas chibatadas.

4.Mostremos as nossas bucetinhas a todos os homens.

5.Alícia foi vendida a nós por seu tio (por seu tio = agente do passivo).

6.Algumas abrem suas boquinhas só para homens bonitos, fortes, inteligentes, divertidos ou poderosos.

7.O que posso comprar para minhas putas?

8.Quem quer transar com elas?

9.A quem posso vender putas velhas e gastas?

10.Falamos ao cafetão sobre as putas desobedientes.

Em lugar do objeto ou sujeito pode ter também uma oração subordinada:

  1. Ofereço as minhas putas a quem quiser.

11.Quem paga R$300 pode açoitar e estuprar as putas.

12.Quem não obedece sempre será açoitada.

13.O cafetão mandou às putas que ficassem nuas durante o serviço.

 

Adjunto adnominal e complemento nominal

Diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal

 

Os dois usam o termo “nominal” (ou adnominal) referindo-se ao nome. Nome, no sentido mais extenso, é qualquer palavra flexionada, sobretudo substantivos, adjetivos e também advérbios. Adjuntos adnominais se encontram, no entanto, só com substantivos.

O complemento nominal complementa o nome do mesmo jeito como os objetos complementam o verbo, por isso se chama de complemento. Sem ele o nome fica incompleto.

Exemplos:

Uma menina sente necessidade.

Sou contrário.

Uma puta boa não pode agir contrariamente.

Essas frases estranham, porque se sente que são incompletas. Completas poderiam ser assim:

Uma menina sente necessidade de amor.

Sou contrário ao costume de açoitar prostitutas nuas só para se divertir.

Uma puta boa não pode agir contrariamente aos interesses de seu dono.

O complemento nominal é para um nome como um objeto para o verbo. As três orações poderiam até substituir os nomes por verbos e ficariam assim:

Uma menina necessita de amor.

Eu contrario o costume de açoitar prostitutas nuas só para se divertir.

Uma puta boa não pode contrariar os interesses de seu dono.

Como se vê os complementos viraram objetos indiretos ou diretos. Conclusão: O complemento nominal completa um nome (substantivo, adjetivo ou adverbial) assim como um objeto completa o verbo.

(Assim como não todos os verbos exigem objetos, também não todos os nomes exigemgram complemento nominal complementos nominais. Muito pelo contrário, são até poucos. Geralmente são substantivos abstratos como amor, dedicação, ódio, necessidade etc. Muitos encontram-se na lista da regência nominal mais em baixo.)

 

Já o adjunto adnominal não completa o nome (aqui substantivo) de uma maneira obrigatória como o complemento nominal. Muito menos é exigido pelos nomes. Muitas vezes poderia faltar, em outros casos é importante para a frase inteira para entender o contexto, mas não para o nome (substantivo).

Ele se ajunta ao nome para descrever o nome (substantivo). Ele não é chamado como um objeto ou um complemento nominal, mas se ajunta por si próprio. Alguns deles, mesmo assim, são parecidos com complementos nominais e por isso temos que aprender para não confundir as duas coisas.

Existem 5 tipos de adjuntos nominais: artigo, pronome, numeral, adjetivo, locução adjetiva. Exemplos com todos estes tipos:

As minhas três putas evangélicas da Nigéria.

As minhas duas namoradas lindas da Bahía.

Os meus dois cafetões fortes e de ferro.

 

As pessoas confundem este último tipo, o adjunto adnominal locução adjetiva com um complemento nominal. Exemplos:

O amor ao pai: complemento nominal, porque o pai é chamado como um objeto e complementa o termo “amor”, ele mesmo é passivo.

O amor do pai: adjunto adnominal, porque o pai é ativo e não como um objeto.

O rapaz gostou da admiração das putas: adjunto adnominal.

A admiração às putas apaixona muitos clientes: complemento nominal

Agora preste atenção:

As necessidades de putas não importam aos cafetões e clientes: adjunto adnominal. (Sentido: Os desejos das putas não importam aos cafetões e clientes.) – A necessidade de putas cada vez mais novas estimula o tráfico de mulheres: complemento nominal. (As putas são passivas como um objeto.)

 

Quando se trata de um adjunto adnominal do tipo locução adjetiva, muitas vezes pode ser substituída por um outro tipo de adjunto adnominal, na maioria das vezes por um adjetivo. Exemplos:

O amor do pai = O amor paterno.

A admiração das crianças = a admiração infantil.

As necessidades do corpo = as necessidades corporais.

Mas muitas vezes não existe um adjetivo idôneo:

As necessidades das putas = as necessidades safadas? As necessidades “putosas”? Porém, seria possível substituir o nome por um pronome: As suas necessidades…

 

O complemento nominal é chamado ou até exigido por certos substantivos, assim como certos verbos exigem um objeto, e não pode faltar sem mais. Por isso é uma parte integrante da oração. Lembremos: Os termos integrantes da oração são:

  1. Complementos verbais: Objeto direto
  2. Complementos verbais: Objeto indireto
  3. Complemento nominal
  4. Agente de passivo (Sou amado por meu pai.)

 

O adjunto adnominal é só um termo acessório da oração.

Os termos acessórios da oração são também quatro:

  1. Adjunto adnominal
  2. Adjunto adverbial (Advérbios como bem, às pressas, demoradamente etc.)
  3. Aposto (Melina, uma puta loira, transou nesse mês com 581 homens.)
  4. Vocativo (Ó Graciele, você é a melhor puta da turma.)

Para ajuntar um complemento nominal ou verbal corretamente com o nome ou o verbo, devemos conhecer a regência dos nomes e verbos. No caso dos nomes usam-se sempre preposições para ligar o complemento nominal ao nome. Devemos usar a preposição certa. Uma lista acha-se mais em baixo.

O predicado (latim: anúncio, qualidade)

Uma oração simples divide-se em sujeito e predicado. Sujeito e predicado são os dois “integrantes essenciais” da oração. O sujeito pode ter adjuntos como o artigo ou um adjetivo, mas tudo o resto pertence ao predicado. Exemplos:

1.O melhor rapaz do bairro transformou já 23 meninas em lindas prostitutas.

2.Uma prostituta boa atende a mais de vinte clientes por dia.

3.Hoje ela é uma prostituta de 22 anos que trabalha em um clube de luxo de São Paulo.

  1. A filha mais linda do casal virou prostituta já com 14 anos.

 

Normalmente o centro do predicado é o verbo. No primeiro e segundo exemplo dele dependem as próximas palavras. O verbo não poderia faltar de jeito nenhum. Após o verbo vêm palavras, que não tem a ver com o sujeito, não descrevem qualidades dele. Por isso se fala, que é um predicado verbal, quer dizer, um predicado determinado pelo verbo e palavras que dependem dele.

No terceiro exemplo o verbo “é” traz nenhuma informação. Poderia ficar fora, mas isso não é comum no português, a não ser que se ajunte a oração a outra:

3.Hoje ela é uma prostituta de 22 anos que trabalha em um clube de luxo de São Paulo. + Ela ajuda com seu dinheiro à família de seu irmão. =

Ela, uma prostituta de 22 anos que trabalha em um clube de luxo de São Paulo, ajuda com seu dinheiro à família de seu irmão.

Como se vê, não se perdeu informação. O verbo só tem a função de ligar o predicado ao sujeito. Por isso se fala a respeito de tal verbo: verbo de ligação. Verbos de ligação podem ser: ser, parecer, continuar, virar, tornar-se, afigurar-se e semelhantes.

O foco ou núcleo do predicado, nesse caso, não é o verbo, mas é um nome. (Nomes são adjetivos, substantivos, e no sentido mais amplo também pronomes e numerais). Por isso se fala de predicado nominal, e o nome, que funciona como núcleo, é chamado de predicativo do sujeito. As palavras após o verbo trazem informação sobre o sujeito.

Isso vale também pelo quarto exemplo, embora que o verbo “virar” certamente tenha um pouco mais informação do que “ser”, mas a semelhança é muito grande. Também aqui poderia se descartar do verbo sem perder muito.

  1. A filha mais linda do casal virou prostituta já com 14 anos. + Ela ajuda com seu dinheiro à família de seu irmão. = A filha mais linda do casal, prostituta já com (desde os) 14 anos, ajuda com seu dinheiro à família de seu irmão.

 

Exemplos de predicativos do sujeito: Verônica é linda. Verônica é uma prostituta. Maria parece uma prostituta. Elena é tudo para mim. (O núcleo do predicado é um nome, que anuncia algo a respeito do sujeito ou é uma qualidade dele.) Mais exemplos:

Andar de minissaia sem calcinha é (virou, parece, continua, representa, afigura-se etc.) uma moda gostosa. Nesse mês são três para serem açoitadas. A mais endividada é ela. (“Ela” é considerada o sujeito). A preguiça de algumas putas novas e ainda não treinadas é de assustar (locução adjetiva em lugar de um adjetivo normal como assustador).

 

Mas na maioria dos casos o predicado é verbal, como na primeira frase em cima ou em: Os rapazes transam. Rapazes gostam de meninas nuas. Os rapazes alugaram cinco meninas para a festa. As meninas chupavam mais de cem pessoas. O núcleo do predicado é o verbo, e dele dependem outras palavras. É o verbo, que anuncia algo sobre o sujeito.

 

Mas tem também casos, que o predicado reúne as duas características.

Se as frases “As presas eram nuas ,” e “As presas caminhavam na caravana” se reúnem em uma só, seria:

“As presas caminhavam nuas na caravana.”

Uma oração com predicado nominal se reúne a uma com predicado verbal. O resultado é um predicado verbo-nominal.

“Nuas” é um predicativo do sujeito (como no predicado nominal), anuncia como adjetivo algo sobre as presas. Poderia ficar numa frase com predicado verbal (As presas eram nuas). Caminhar é um predicado verbal. O verbo anuncia algo sobre o sujeito “as presas”.

 

Outros exemplos: As prostitutas novinhas obedeciam temerosas ao vendedor. As putas acabaram seu trabalho cansadas.  O cliente saiu do puteiro feliz. Por alguns clientes a novinha foi acusada de desmotivada.  Por isso a puta teve que chupar nua e de joelhos um grupo de cem mineiros num acampamento.

 

Em alguns casos o predicativo em tais frases com predicados verbo-nominais não e do sujeito, mas do objeto:

O predicativo do objeto pode ser um adjetivo ou uma locução adjetiva. Na maioria das vezes ocorre com objeto direto:

Exemplos: Nós consideramos esta puta dispensável. Nós consideramos esta puta digna de ser açoitada. (Objetos: as putas, predicativos do objeto: dispensável e digna).

Mais exemplos:

Um bom cafetão deixa suas putas sempre pobres, endividadas e dependentes.

Putas boas e submissas fazem seus donos ricos e felizes.

Os clientes viram-na sempre nua e sorridente.

Os clientes viram-na sempre depiladinha e com a bucetinha levemente aberta.

Os clientes acusaram-na de desmotivada.

De castigo botaram a puta nua e de mãos atadas para chupar cem mineiros.

Os outros alunos chamaram à menina (de) safada. (Objeto indireto !)

Alguns até chamaram-lhe de puta. (Objeto indireto !)

O cliente pediu as meninas nuas e atadas.

O caminhoneiro transportou as prostitutas nuas e atadas.

A máfia russa transporta as suas prostitutas nuas e com três consoladores grandes enfiados. (Adjetivo composto de adjetivo simples e locução adjetiva.)

Um bom traficante compra as meninas virgens e vende-as putas treinadas e submissas.

Distinga a última frase de: Um bom traficante compra meninas virgens e vende putas treinadas e submissas. Neste caso os adjetivos são só adjuntos nominais e não predicativos. Em algumas línguas essa diferença fica muito mais clara, porque elas usam para os predicativos formas diferentes, por exemplo a forma adverbial. Já que no português essa diferença não existe, algumas frases ficam ambíguas sem o contexto: Por exemplo:   O cliente pediu as meninas nuas e atadas.

Se fosse assim, que um cliente pede algumas meninas para uma festa, e por maior segurança pede que sejam entregues nuas e atadas, seria um caso de predicado verbo-nominal. Se, porem, ele visse uma carga com 40 meninas, e algumas delas estivessem atadas e nuas, e ele pedisse estas, que foram nuas e atadas, então “nuas e atadas” seriam simples adjuntos nominais, como a maioria dos adjetivos.

 

Exemplos de “Yahoo respostas”:

Predicado verbal:

Verôncia é linda.

Verônica é uma prostituta.

Maria parece uma prostituta.

Uma prostituta forçada vira submissa em tudo dentro de seis meses.

Muitas meninas permanecem prostitutas até serem mandadas embora.

(O núcleo do predicado é um nome, que anuncia algo a respeito do sujeito ou é uma qualidade dele. Além de adjetivo ou substantivo ocorrem também numerais e pronomes:)

Andar de minissaia sem calcinha é (virou, parece, continua etc.) uma moda gostosa.

As prostitutas que não transam com 300 clientes por mês andam (estão, são, tornam-se) tristes por causa dos castigos duros.

Nesse mês são três para serem açoitadas.

A mais endividada é ela.

A preguiça de algumas garotas de programas novas e ainda não treinadas é de assustar (locução adjetiva em lugar de um adjetivo normal como “assustador”).

 

Exemplos com predicado verbo-nominal:

“As presas caminhavam nuas na caravana.”

Uma oração com predicado nominal se reúne a uma com predicado verbal. O resultado é um predicado verbo-nominal.

Se as frases “As presas eram nuas ,” e “As presas caminhavam na caravana” se reúnem em uma só, seria:

“As presas caminhavam nuas na caravana.”

“Nuas” é um predicativo do sujeito (como no predicado nominal), anuncia como adjetivo algo sobre as presas. Poderia ficar numa frase com predicado veral (As presas eram nuas). Caminhar é um predicado verbal. O verbo anuncia algo sobre o sujeito “as presas”.

 

Outros exemplos:

As prostitutas novinhas obedeciam temerosas ao vendedor.

As prostitutass acabaram seu trabalho cansadas.

O cliente saiu do puteiro feliz.

Por alguns clientes a novinha foi acusada de desmotivada.

Por isso a menina teve que chupar nua e de joelhos um grupo de muitos mineiros num acampamento.

 

Predicativo do objeto (pode ser um adjetivo ou uma locução adjetiva). Na maioria das vezes ocorre com objeto direto:

Nós consideramos esta prostituta dispensável.

Nós consideramos esta prostituta digna de ser açoitada.

Um bom cafetão deixa suas prostitutas sempre pobres, endividadas e dependentes.

Os clientes viram-na sempre nua e sorridente.

Os clientes viram-na sempre depiladinha e com a bucetinha levemente aberta.

Os clientes acusaram-na de desmotivada.

De castigo botaram a prostituta nua e de mãos atadas para chupar cem mineiros.

Os outros alunos chamaram à menina de safada. (Objeto indireto !)

Alguns até chamaram-lhe de prostituta. (Objeto indireto !)

O cliente pediu as meninas nuas e atadas.

O caminhoneiro transportou as prostitutas nuas e atadas.

A máfia russa transporta as suas prostitutas nuas e com três consoladores grandes enfiados. (Adjetivo composto de adjetivo simples e locução adjetiva.)

Um bom traficante compra as meninas virgens e vende-as prostitutas treinadas e submissas.

Mais exemplos nos exercícios 1ss (Testes, Parte 1) e 166 (Testes, Parte 5)

 

Concordância nominal com vários substantivosGram participio no passivo anteposto

Adjetivos pospostos (2 alternativas)

Minha namorada tem os peitos e a bucetinha bonita.(Com a palavra próxima)

Minha namorada tem os peitos e a bucetinha bonitos.(Com todas as palavras)

Adjetivos antepostos(1 alternativa)

Minha namorada tem belo peito e bucetinha.(Com a palavra próxima)

Minha namorada tem bela bucetinha e peitos.(Com a palavra próxima)

Exceções: Predicativos do sujeito antepostos(2 alternativas):

(Adjetivos depois de verbos como ser, permanecer, viver.)

São gostosas as putas e o ambiente.(Com a palavra próxima)

São gostosos as putas e o ambiente. (Com todas as palavras)

O mesmo vale para o particípio no passivo:

Foi elogiado o cafetão e a puta.

Foram elogiados o cafetão e a puta.

O mesmo vale para predicativos do objeto:

O cafetão encontrou ilesos o ambiente e as putas.

O cafetão encontrou ileso o ambiente e as putas.

Antes de ser depilada a menina manteve dourados a pelugem e os cabelos.

Antes de ser depilada a menina manteve dourada a pelugem e os cabelos.

(Esse caso é contestado sites, que permitem só a segunda versão, então o adjetivo concordaria com o substantivo mais próximo: Encontramos violadas as meninas, suas vaginas e seus cuzinhos. Encontramos violada a vagina e o cuzinho da menina. Veja o site So português com o exemplo Encontramos caídas as roupas e os prendedores. Ao que parece, eles não perceberam que se trata de um predicativo e trataram o caso como um adjetivo comum do primeiro parágrafo.

Predicativos do sujeito pospostos(1 alternativa):

O show de masturbação e as chupadas eram muito intensos.

O dono e todas as suas escravas estavam nus.

Os cafetões e as putas nuas ficavam presos juntos em celas masculinas com mais de 60 prisioneiros.

O mesmo vale para o passivo:

O cafetão e a puta foram elogiados.

O mesmo vale para o predicativo do objeto posposto:

O cafetão encontrou o ambiente e as putas ilesos.

A diretoria do puteiro mantém o novo cão de guarda e as meninas novas acorrentados.

Observação: Para os adjetivos normais dos primeiros dois parágrafos vale o contrário como para os outros casos: Adjetivo anteposto = 1 alternativa; adjetivo posposto = duas alternativas. Com os adjetivos que têm função de predicativos é justamente o contrário.

Números ordinais (2 alternativas):

Reunimos as prostitutas do segundo e terceiro andar.*

Reunimos as prostitutas do segundo e terceiro andares.

Reunimos as prostitutas do segundo e do terceiro andar.

Reunimos as prostitutas do segundo e do terceiro andares.

*(A primeira versão é contestada pelo site portuguesnarede. Ele ensina: quando o artigo é repetido, o substantivo pode ficar no singular ou no plural; quando não é, o substantivo fica obrigatoriamente no plural. Mas essa regra não se acha muito em outros sites ou livros.)

(O site recantodasletras escreve que o plural seria obrigatório inclusive para o artigo, se o substantivo vem antes dos adjetivos: As putas dos andares primeiro e segundo foram reunidas.)

(Frases com o artigo no plural acham se também no internet, inclusive em sites cultos, mas os gramáticos não sustentam tal versão: Reunimos as prostitutas dos segundo e terceiro andares.)

Adjetivos antepostos a nomes próprios:

Comi as notáveis Maria e Claudia.(No plural.)

Vários adjetivos para um substantivo (2 alternativas):

Sou especialista em técnica de educar putas. Estudei a técnica russa, japonesa e chinesa.

Estudei as técnicas russa, japonesa e chinesa.

Estudei as línguas alemã e japonesa.

Estudei a língua alemã e japonesa. (Lícito, mas menos claro. Poder-se-ia tratar de uma língua que é alemã e também japonesa. Confere: Estudei a língua brasileira, angolana, moçambicana e portuguesa: o português.)

Confere: Estudei as línguas alemães e brasileiras. São umas dez, fora os dialetos: O alemão alto, o frísio, o sórbio, o português, o tupi, o guarani, e algumas a mais.

Anotação: Todos os exemplos falam sempre de substantivos. Se os substantivos são substituídos por pronomes ou outros termos, valem as mesmas regras. Por exemplo: Ele e ela são bonitos.

Resumo: Quase sempre pode usar o plural. O plural é também mais comum e às vezes mais claro. A grande exceção é o adjetivo anteposto na forma mais simples, que concorda só com o primeiro substantivo. Certo: Negras têm belas pernas, peitos e braços. Errado: Negras têm belos pernas, braços e peitos. Certo: Bela vagina, bunda e peitos são requisitos importantes para meninas. Errado: Belos vagina, bunda e peitos são requisitos importantes para meninas.

Caso específicos:

Substantivos sem determinativos (artigos, numerais ou pronomes, segundo alguns também adjetivos) no singular (normalmente com expressões como “é bom”, “é necessário”, “é permitido”, “é proibido” e semelhantes:

Prostituição é bom para o desenvolvimento e o equilíbrio da sociedade.

A prostituição é boa para as meninas.

A prostituição clandestina é má para a sociedade.

Uma bucetinha nua é permitida na escola.

Bucetinha é bom para a saúde dos homens.

O plural é muitas vezes omitido nas gramáticas. Só o site portuguesnarede.com menciona: “Vitaminas é bom para todos”; “Comida é necessário”; “É proibido cães”.

Podemos formar exemplos mais interessantes: Bucetinhas é necessário para um homem. Putas é bom para a sociedade. Estupros é bom para putas.

Soa às vezes estranho, né? Bom a explicação dos gramáticos é, que se pensa em um “haver” ou “ter” omitido na frase: “Ter prostituição é bom”. “Haver bucetinhas é bom para a saúde dos homens.”

Se lembra, que com artigo ou numeral seria diferente: Os estupros são bons para as prostitutas. Vinte estupros seriam bons para putas. Normalmente também: Muitos estupros são bons para putas.

Já na expressão de “é preciso” todos concordam que se deve evitar a conjugação. Não escreva “As putas são precisas na sociedade moderna.” No português antigo era lícito, mas hoje devemos evitar tão construção. Escreve: Putas é preciso ou usa sinónimos: As putas são necessárias. Mas “preciso” no sentido “exato” é flexionado: Armas russas são precisas. Relógios suíças são precisos.

Mais exemplos para esse tema: Água é bom. É proibido entrada para menores. Puta é bom demais. Buceta é gostoso demais.

Porém: É proibida a entrada para menores. Uma puta nua é boa demais. Essa buceta é gostosa demais.

Se o substantivo é só acompanhado de um adjetivo, os gramáticos ficam na dúvida. Alguns casos: Água doce é bom/boa. Negra nua e depilada é delicioso/a demais. Buceta aberta é convidativo/a demais.

(Assim explica a Gramática completa, entre outros. Outras versões: O site brasilescola defende que também com artigo o adjetivo fica invariável, se este é anteposto: É permitido a violação de piriguetes e piranhas. Mas: A violação de piriguetes e piranhas é permitida. Essa opinião é minoritária. A maioria defende como a Gramática completa: É permitida a violação de piriguetes e piranhas. Veja por exemplo português para brasileiros )

Leia mais no site linguabrasil.com

Exercícios deste tema: A partir de exercício112 no Teste 4 (em baixo)

Lembretes para você nunca esquecer:

wua-025Não confunda “a” e “para”.

Repare no uso correto de “assistir”.

Repare na regência nominal, por exemplo afável (com, para com) e mais exemplos na outra imagem.

2 homens-005 2-112

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Testes de gramática portuguesa

(Gabarito com explicações em baixo de cada teste)

Teste de gramática portuguesa 1:  30 Perguntas sobre predicados, verbos, figuras de estilo, hifens, pronomes e putas gostosas.

Testes Parte 2: Verbo, sujeito, objeto, predicado, infinitivo, preposição, conjunção, pronome obliquo, advérbio.

Testes Parte 3: Pronome átono, flexão e uso de verbos irregulares, subjuntivo, passivo.

Testes 4: Verbos defectivos e irregulares, subjuntivo, lembrar, oração subordinada, concordância nominal

Testes 5 Regência, Concordância verbal e nominal, hifens, pronome átono com infinitivo

(Clica no link dos testes em cima e resolve as perguntas.)

A seguir seguem mais algumas fotos, desenhos e frases para decorar regras e aplicações:Puta evangelica-003a

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